quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Social


Obras sociais em curso escapam a novas regras do IVA

A ministra do Trabalho garantiu que obras sociais em curso promovidas pelas IPSS não serão afectadas pelo fim da devolução do IVA, conforme prevê o Orçamento do Estado.

De acordo com Helena André, o primeiro-ministro já "consensualizou" com as IPSS que "as obras em curso já contratualizadas ou com candidatura aprovada em projectos de co-financiamento público não serão abrangidas por esta norma". "E ficou ainda o compromisso de analisarmos a forma de mitigarmos o impacto desta nova norma fiscal em programas públicos futuros a desenvolver com as IPSS", acrescentou a ministra no Parlamento, na audição parlamentar sobre o Orçamento do Estado.

As IPSS já tinham dito que o fim da restituição do IVA poria em causa 200 milhões de euros de obras em curso, nomeadamente para construção de lares de idosos ou creches.

Cristina Oliveira da Silva
http://economico.sapo.pt/noticias

Bolas, là foi o discurso do paulinho portas ao ar

Social


Mais de 660 mil já deram prova de rendimentos


Desde Agosto, 661.548 beneficiários de apoios sociais já realizaram a sua prova de recursos para poderem manter a prestação.

O número foi revelado hoje pela Ministra do Trabalho na audição parlamentar sobre Orçamento do Estado.

Helena André adiantou ainda que já foram atribuídas a 885.959 ‘passwords' a beneficiários de Rendimento Social de Inserção, para que estes possam realizar prova de recursos através de Internet.

Além disso, o ‘contact center' criado para esclarecer as dúvidas dos beneficiários já realizou cerca de 690 mil atendimentos.

Cristina Oliveira da Silva
http://economico.sapo.pt/noticias

Coitado do paulinho, vai ter que adaptar o discurso

Claro...

Tanta coisa que se pode fazer...

Faz algum sentido que os Estados membros como Portugal não consigam executar os projectos cofinanciados pela Comissão Europeia por razões de contenção orçamental, e depois tenham de devolver os fundos não utilizados a Bruxelas? Não será de agrupar esses projectos, e, fazê-los avançar totalmente apenas com os fundos comunitários disponíveis? Os regulamentos não deixam? Então a Comissão Europeia bem pode apresentar o seu PEC-de Crescimento- aos Estados como Portugal.

Em vez de receberem de volta, regulamentarmente e burocraticamente, o cheque dos endividados para o dividir pelos contribuintes líquidos.Nem sempre é preciso uma mudança de paradigma para remediar o que está mal...Caso se aja a tempo, claro...

Publicada por josé medeiros ferreira
http://cortex-frontal.blogspot.com/

Playing For Change

Obras & couves

Noticia de uma "revolta" em 2006, com algum sentido de humor



Em Várzea de Meruge - Seia , Serra da Estrela - a população cansou-se de pedir ao presidente da Junta que reparasse o piso de uma rua.

Vai daí, decidiu plantar couves nos buracos... e agradecer ao presidente.

Nunca a frase: «atirou com o carro para as couves» fez tanto sentido...

By: http://joaotilly.weblog.com.pt/arquivo/244465.html

Encontros...

Mau Mé...ria !


«Fièrement halal»

On ne prenait l’islam que pour une religion. En ce début de ramadan, la publicité nous rappelle que l’islam est d’abord un marché, et le musulman un consommateur. La preuve? Le marché de la bouffe halal est en plein boum.

Tous les journaux qui ont traité le sujet insistent sur le fait que le marché du halal représente deux fois le marché du bio. Les musulmans, qui ne pèsent pas grand-chose en France, peuvent au moins se réjouir de peser 5 milliards.

C’est l’estimation en euros du marché du halal. En quoi le marché du halal est-il comparable avec le marché du bio? Manger bio n’est pas une obligation religieuse. Le seul point commun du marché bio et du marché halal, c’est qu’ils sont tous les deux des marchés marginaux. Des niches.

L’islam est perçu par les journalistes et les industriels de l’agroalimentaire comme une niche commerciale, mais une grosse niche… Soit.

Les musulmans en France sont donc d’abord des consommateurs, ils sont ensuite des croyants. On peut déplorer qu’ils ne soient que très rarement considérés comme des citoyens.

Mais bon, on va dire qu’au nom de la laïcité il vaut mieux préférer être pris pour un consommateur que pour un croyant… Un jour, lorsque la démocratie l’aura remporté sur le marché, tout le monde accédera peut-être au rang de citoyen.

Le problème avec cette histoire de marché du halal, c’est, évidemment, que la publicité fait la promotion d’un mode de mise à mort de l’animal particulièrement dégueulasse.

Luce Lapin a déjà largement parlé dans sa rubrique du scandale de l’abattage rituel musulman et juif. Un décret autorise les musulmans et les juifs à égorger les animaux sans préalablement les étourdir.

L’autre problème que pose la publicité pour les produits halal, c’est qu’on a affaire autant à une publicité pour un produit qu’on a affaire à la promotion d’une religion.

La marque Isla Délice a lancé une campagne d’affichage dont le slogan est « Fièrement halal ». Sur une affiche, un poulet, sur une autre, un bœuf.

On suppose que ce ne sont pas les deux animaux qui sont fiers d’être égorgés en direction de La Mecque, mais que ce sont les croyants musulmans qui sont fiers de becqueter des bestioles massacrées religieusement.

Peut-on faire sur 6000 affiches du prosélytisme religieux? Une marque d’agroalimentaire, une église, un particulier peuvent-ils engager les gens à devenir des pratiquants religieux?

On sait bien qu’Isla Délice cherche moins à convertir les esprits que les porte-monnaie, mais le résultat est le même : des affiches font de la retape pour l’islam.

Va-t-on bientôt nous demander par voie d’affichage d’aller à la messe le dimanche ou de ne pas manger de viande le vendredi? Si on reconnaît les religions comme des entreprises commerciales, pourquoi pas.

Maintenant, amis athées, faisons un test. Éditons des affiches qui disent que le halal et le casher nous font gerber et proposons-les aux compagnies à qui appartiennent les panneaux publicitaires.

Ou, tout simplement, affichons que nous ne mangeons ni halal, ni casher, ni poisson le vendredi et que nous en sommes fiers (oui, je sais, c’est idiot).

Que croyez-vous qu’il se passera? on nous attaquera pour islamo-judéo-catholicophobie. Tant que l’athéisme ne sera pas un marché, il n’aura pas droit de cité à égalité avec les religions.

Il faut dire qu’il n’y aurait rien de plus efficace pour discréditer l’athéisme que d’en faire un marché. Et manger athée, ça consisterait en quoi? À manger de tout. Sauf des betteraves rouges, parce que, ça, c’est trop dégueulasse.

Charb
charb@charliehebdo.fr
Article publié dans Charlie Hebdo n°948 d
Mis en ligne le mardi 09 novembre 2010

Ave de rapina


Opinião
O abutre ao "twitter"
2010-11-08

Na semana que passou, o candidato Cavaco desperdiçou uma bela oportunidade para não alardear o estilo viscoso e rasteiro do seu eleitoralismo. Como um abutre salivando por carniça, despejou no «twitter» resumo do que extraiu do debate parlamentar sobre o Orçamento: «Vejo com muita apreensão o desprestígio da classe política e a impaciência com que os cidadãos assistem a alguns debates.»

Com uma só bicada, ensacou por junto todos os partidos e deputados que intervieram no debate, quando, em rigor só lhe seria legítimo verberar os que ele, Cavaco, tanto se esforçou por amigar: o PS/Governo e o PSD/Belém. CDS, PCP, Bloco de Esquerda e Verdes produziram intervenções dignas e pensadas, chegando mesmo a reprovar o desmando argumentativo do Arrufo Central. Mereciam ser excepcionados e louvados pelo dito magistrado de influência, mas como o pensamento deste voa tão alto como um crocodilo, lá ficaram na roda de serem todos iguais. Só ele, o apreensivo, não.

Ele, que tanto prestigiou a política envolvendo-se na mais velhaca urdidura que jamais um Presidente se tinha permitido, ao fazer soprar suspeitas de escutas do Governo sobre Belém, e isto DEZASSEIS meses antes de ter ocorrido o episódio do Estatuto dos Açores, que os sabujanalistas do costume dizem ter sido o momento da ruptura com Sócrates, o único vilão.

Ele, que tanto prestigiou Portugal quando o ferrabrás de Praga, Vaclav Klaus, fez estentórica chacota da gestão lusa do défice e Cavaco só encontrou, para resposta, uma saída de poltrão: que não tinha responsabilidades governativas.

Ele, que se gabou de nunca ter sido tão lesto a promulgar como na nacionalização do BPN - e nunca saberemos se o fez por um tremendo imperativo nacional ou se pela térrea preocupação de pôr a salvo cabedais que ali deixara a levedar.

Ele, que recomenda que se explique ao povo os sacrifícios que lhe são pedidos mas que nunca teve a lembrança de dar uma aula prática de fidalguia e recusar a pilha de reformas com que se aboleta, desprezando o exemplo de Ramalho Eanes. Veremos se, agora que se diz que vai haver lei sobre a matéria, a promulgará tão asinha e alegremente como o fez com a outra...

A rasteira maior foi ter usado o «twitter», uma rede social muito frequentada por jovens, possivelmente os mais carentes de exemplo cívico e de sentido para o seu futuro colectivo, que escusavam de saber que o candidato Cavaco não tem mais filosofia do que um avinagrado motorista de táxi: «São todos iguais.»

http://jn.sapo.pt/Opiniao

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Deixem-me rir



Paul Simon & Miriam Makeba

Nada na cabeça



MANUELA MOURA GUEDES QUER VOLTAR A TRABALHAR

«Manuela Moura Guedes quer voltar a trabalhar, mas não sabe onde e quando será. "Quero fazer uma coisa que me divirta e de que goste, mas não sei para já o quê, não tenho nada na cabeça. Não procurei nada, as coisas vêm ter comigo e se houver alguma coisa...", afirmou à imprensa, na sexta-feira à noite, à saída do programa da RTP em que foi entrevistada, o Lado B, com Bruno Nogueira.» [DN]

http://jumento.blogspot.com/

Casciari


O Mundo Conforme Casciari

Li uma vez que a Argentina não é nem melhor, nem pior que a Espanha, só que mais jovem. Gostei dessa teoria e aí inventei um truque para descobrir a idade dos países baseando-me no 'sistema cão'. Desde meninos nos explicam que para saber se um cão é jovem ou velho, deveríamos multiplicar a sua idade biológica por 7.

No caso de países temos que dividir a sua idade histórica por 14 para conhecer a sua correspondência humana. Confuso? Neste artigo exponho alguns exemplares reveladores.

A Argentina nasceu em 1816, assim sendo, já tem 190 anos. Se dividimos estes anos por 14, a Argentina tem 'humanamente' cerca de 13 anos e meio, ou seja, está na pré-adolescência. É rebelde, se masturba, não tem memória, responde sem pensar e está cheia de acne.

Quase todos os países da América Latina têm a mesma idade, e como acontece nesses casos, eles formam gangues. A gangue do Mercosul é formada por quatro adolescentes que tem um conjunto de rock. Ensaiam em uma garagem, fazem muito barulho, e jamais gravaram um disco.

A Venezuela, que já tem peitinhos, está querendo unir-se a eles para fazer o coro. Em realidade, como a maioria das mocinhas da sua idade, quer é sexo, neste caso com Brasil que tem 14 anos e um membro grande.

O México também é adolescente, mas com ascendente indígena. Por isso, ri pouco e não fuma nem um inofensivo baseado, como o resto dos seus amiguinhos. Mastiga coca, e se junta com os Estados Unidos, um retardado mental de 17 anos, que se dedica a atacar os meninos famintos de 6 anos em outros continentes.

No outro extremo, está a China milenária. Se dividirmos os seus 1.200 anos por 14 obtemos uma senhora de 85, conservadora, com cheiro a xixi de gato, que passa o dia comendo arroz porque não tem - ainda - dinheiro para comprar uma dentadura postiça. A China tem um neto de 8 anos, Taiwan, que lhe faz a vida impossível. Está divorciada faz tempo de Japão, um velho chato, que se juntou às Filipinas, uma jovem pirada, que sempre está disposta a qualquer aberração em troca de grana.

Depois, estão os países que são maiores de idade e saem com o BMW do pai.

Por exemplo, Austrália e Canadá. Típicos países que cresceram ao amparo de papai Inglaterra e mamãe França, tiveram uma educação restrita e antiquada e agora se fingem de loucos.

A Austrália é uma babaca de pouco mais de 18 anos, que faz topless e sexo com a África do Sul. O Canadá é um mocinho gay emancipado, que a qualquer momento pode adoptar o bébé da Groenlândia para formar uma dessas famílias alternativas que estão de moda.

A França é uma separada de 36 anos, mais puta que uma galinha, mas muito respeitada no âmbito profissional. Tem um filho de apenas 6 anos: Mónaco, que vai acabar virando puto ou bailarino... ou ambas coisas. É a amante esporádica da Alemanha, um caminhoneiro rico que
está casado com a Áustria, que sabe que é chifruda, mas que não se importa.

A Itália é viúva faz muito tempo. Vive cuidando de São Marino e do Vaticano, dois filhos católicos gémeos idênticos. Esteve casada em segundas núpcias com Alemanha (por pouco tempo e tiveram a Suíça), mas agora não quer saber mais de homens. A Itália gostaria de ser uma mulher como a Bélgica: advogada, executiva independente, que usa calças e fala de política de igual para igual com os homens (a Bélgica também fantasia de vez em quando que sabe preparar esparguete).

A Espanha é a mulher mais linda de Europa (possivelmente a França se iguale a ela, mas perde espontaneidade por usar tanto perfume). É muito tetuda e quase sempre está bêbada. Geralmente se deixa foder pela Inglaterra e depois a denuncia. A Espanha tem filhos por todas as partes (quase todos de 13 anos), que moram longe. Gosta muito deles, mas a perturbam quando têm fome, passam uma temporada na sua casa e assaltam sua geladeira.

Outro que tem filhos espalhados no mundo é a Inglaterra. Sai de barco de noite, transa com alguns babacas e nove meses depois, aparece uma nova ilha em alguma parte do mundo. Mas não fica de mal com ela. Em geral, as ilhas vivem com a mãe, mas a Inglaterra as alimenta.

A Escócia e a Irlanda, os irmãos da Inglaterra que moram no andar de cima, passam a vida inteira bêbados e nem sequer sabem jogar futebol. São a vergonha da família.

A Suécia e a Noruega são duas lésbicas de quase 40 anos, que estão bem de corpo, apesar da idade, mas não ligam para ninguém. Transam e trabalham, pois são formadas em alguma coisa. Às vezes, fazem trio com a Holanda (quando necessitam maconha, haxixe e heroína); outras vezes cutucam a Finlândia, que é um cara meio andrógino de 30 anos, que vive só em um apartamento sem mobília e passa o tempo falando pelo celular com Coreia.

A Coreia (a do sul) vive de olho na sua irmã esquizóide. São gémeas, mas a do Norte tomou líquido amniótico quando saiu do útero e ficou estúpida. Passou a infância usando pistolas e agora, que vive só, é capaz de qualquer coisa. Estados Unidos, o retardadinho de 17 anos, a
vigia muito, não por medo, mas porque quer pegar as suas pistolas.

Irão e Iraque eram dois primos de 16 que roubavam motos e vendiam as peças, até que um dia roubaram uma peça da motoca dos Estados Unidos e acabou o negócio para eles. Agora estão comendo lixo. O mundo estava bem assim até que, um dia, a Rússia se juntou (sem casar) com a Perestroika e tiveram uma dúzia e meia de filhos. Todos esquisitos, alguns mongolóides, outros esquizofrénicos.

Faz uma semana, e por causa de um conflito com tiros e mortos, os habitantes sérios do mundo descobriram que tem um país que se chama Kabardino-Balkaria. É um país com bandeira, presidente, hino, flora, fauna... e até gente! Eu fico com medo quando aparecem países de pouca idade, assim de repente. Que saibamos deles por ter ouvido falar e ainda temos que fingir que sabíamos, para não passarmos por ignorantes.

Mas aí, eu pergunto: por que continuam nascendo países, se os que já existem ainda não funcionam?

Nota de reencaminhamento:

Por esta ordem de ideias Portugal será um kota de 62 anos, que se cagou para os filhos que fora de horas teve em África duma mãe trintona ( todos agora por volta dos dois anos e meio - o safardana!), enquanto se perde de amores pela enteada Catorzinha que do outro lado do Atlântico se insinua emergente e tesuda ao som do Samba. Proxeneta por tradição, sendo o mais velho na Europa acha que chegou a altura de os outros o sustentarem, e para tal usa de todos os estratagemas e de chantagem emocional: quando necessário até canta o Fado.

Só não aceita que lhe tirem a casa, a qual, mesmo pequena, tem uma fabulosa localização com... "aquela janela virada para o mar"! Já para não falar das vinhas ancestrais que lhe crescem nas traseiras do quintal, do azeite das oliveiras que bordejam a propriedade, do peixinho fresco que só falta conhecer o caminho para o assador para ser perfeito!

Ah! À sua custa vivem duas belas filhas solteironas já quarentonas:
uma toda virada para a ecologia, com uns olhos azuis lindos como lagoas; e a outra, muito puta, a ameaçar casar sempre que a mesada tarda. Ambas com um temperamento assaz vulcânico, prometem ainda dar que falar: a primeira tem sempre a cama feita para um jovem ricaço que a visita amiúde de avião (mandou lá fazer uma pista de aterragem e tudo!); e a segunda, de tão bela, dá-se ao luxo de nem se depilar da sua floresta madressilva, recentemente eleita para Património Mundial da Humanidade.

Resta-me agradecer ao Hernán Casciari pela sua deixa inspiradora.

NOTA SOBRE O AUTOR:

Hernán Casciari nasceu em Mercedes (Buenos Aires), a 16 de Março de 1971. Escritor e jornalista Argentino. É conhecido por seu trabalho ficcional na Internet, onde tem trabalhado na união entre literatura e blog, destacado na blognovela. Sua obra mais conhecida na rede, 'Weblog de una mujer gorda', foi editada em papel, com o título: 'Más - respeto, que soy tu madre'.

Autor: Hernán Casciari
Enviado por émail d'Amiga

Alegres e contentes


Comissão Política Nacional

1. Albano Silva, professor
2. Alberto Martins, ministro da Justiça
3. Albino Bárbara, funcionário público
4. Alfredo Barroso, político e Jornalista
5. Ana Gomes, eurodeputada pelo PS
6. André Freire, professor universitário
7. António Almeida Santos, presidente do PS
8. António Costa, presidente da CM de Lisboa
9. António José Seguro, deputado do PS
10. António Manuel Cruz Serra, presidente do Instituto Superior Técnico
11. António Nunes Diogo, médico, director do Serv. Cardiologia do Hosp Santa Maria
12. António Pina Pereira, jurista
13. António Ramos Preto, deputado do PS
14. Augusto Santos Silva, ministro da Defesa
15. Camilo Mortágua, Técnico de Desenvolvimento Local
16. Carla Alves, assessora de imprensa
17. Carlos Brito, político e escritor
18. Carlos César, presidente do Governo Regional dos Açores
19. Carlos Diogo Moreira, professor universitário
20. Carlos Trindade, dirigente sindical, membro da Comissão Executiva da CGTP
21. Catarina Marcelino, deputada do Partido Socialista
22. Cipriano Justo, médico e professor universitário
23. Edite Estrela, eurodeputada pelo PS
24. Eduardo Cabrita, deputado do PS
25. Eduardo Milheiros, empresário
26. Elísio Estanque, professor universitário
27. Florival Lança, dirigente sindical
28. Francisco Assis, presidente do Grupo Parldo PS
29. Helena Pinto, deputada do BE
30. Helena Roseta, arquitecta, vereadora da CM de Lisboa
31. Henrique de Melo, gestor
32. Isabel Castro, consultora na área do Ambiente
33. João Correia, advogado, presidente da Comissão Coordenadora do MIC
34. João Proença, secretário-geral da UGT
35. João Teixeira Lopes, professor universitário
36. Joaquim Barreto, presidente da CM de Cabeceiras de Basto
37. Jorge Martins, professor
38. Jorge Cruz, jornalista
39. Jorge Sobral, Jurista
40. Jorge Strecht Ribeiro, deputado do PS
41. José Carvalheiro, professor universitário
42. José Emílio Viana, dirigente sindical
43. José Faria Costa, professor universitário, presidente da Assembleia Geral do MIC
44. José Leitão, advogado
45. José Manuel Mendes, professor univ., presidente da Associação Portuguesa Escritores
46. José Manuel Pureza, presidente do Grupo Parlamentar do BE
47. José Maria da Silva, Gestor Comercial
48. José Reis, professor universitário, director da Faculdade de Economia da Univ. Coimbra
49. José Soeiro, deputado do Bloco de Esquerda
50. José Vera Jardim, vice-presidente da Assembleia da República
51. Luís Moita, professor universitário
52. Luísa Salgueiro, deputada do PS
53. Manuela Neto, professora universitária
54. Maria Amélia Campos, professora
55. Maria José Gama, Vice-Presidente da ASAS-IPSS
56. Maria do Rosário Gama, professora, directora da Escola Secundária Infanta Dona Maria, Coimbra
57. Maria Teresa Portugal, professora aposentada
58. Mariana Aiveca, deputada do Bloco de Esquerda
59. Mota Andrade, deputado do PS
60. Nuno David, professor universitário
61. Paula Marques, produtora, dirigente do MIC
62. Paula Morão, professora universitária
63. Paulo Fidalgo, médico, Presidente da Renovação Comunista
64. Paulo Sucena, professor, ex-Secretário Geral da FENPROF
65. Pedro Alves, professor universitário, Secretário Geral da JS
66. Pedro Cegonho, presidente da Junta de Freguesia de Santo Condestável
67. Rosa Pita, dirigente sindical da Função Pública
68. Rui Graça Feijó, docente Universitário
69. Rui Solheiro, Presidente de CM de Melgaço
70. Paulo Pisco, deputado do PS
71. Susana Amador, Presidente da CM de Odivelas
72. Teresa Rita Lopes, professora universitária jubilada
73. Ulisses Garrido, dirigente sindical, membro da Comissão Executiva da CGTP
74. Valter Diogo, professor

Além destes membros convidados pelo candidato, são membros da Comissão Política da candidatura, por inerência:

•os três mandatários nacionais, Maria de Belém, António Carlos dos Santos e Jacinto Lucas Pires
•os dois mandatários regionais e os dezanove mandatários distritais
•o mandatário de fora de Portugal.

sábado, 6 de novembro de 2010

Azar dos portugueses



Sò me saem duques!
Esta semana saiu-me o 70 na rifa.

Vejam a desgraça: http://www.manuelalegre2011.pt/mandatarios/cp_nacional

Só passaram cinco anos.

Há nomes nesta lista da Comissão Política Nacional que são uma afronta para quem sempre esteve ao lado de Manuel Alegre.

Isto não vai correr bem, acreditem.

LNT: http://barbearialnt.blogspot.com/

Rir a banda larga

RIR é o melhor remédio!

A situação política em Portugal está tão triste que o melhor que podemos fazer é rir dela. É o que se passa com o vídeo abaixo em que alguém inspirado fez uma "tradução" livre das palavras do Ministro das Finanças suíço sobre um novo regulamento de carnes temperadas e adaptou os dizeres do Ministro à actual situação que vivemos em Portugal. Hilariante !!!



Nota: por favor tenham em atenção que o que se vê acima é uma piada, feita através de uma "tradução" muito bem adaptada mas completamente falsa.
O ministro das Finanças da Suiça, Hans Rudolf Merz, não fala da situação política em Portugal... HRM discursa sobre um novo regulamento suíço. Quem quiser ver mais sobre este assunto vá ao Youtube...

http://ofunill.blogspot.com/

Por arrasto

Os cinco cavacos


Sem contar com a sua breve passagem pela pasta das Finanças, conhecemos cinco cavacos. Mas todos os cavacos vão dar ao mesmo.

O primeiro Cavaco foi primeiro-ministro. Esbanjou dinheiro como se não houvesse amanhã. Desperdiçou uma das maiores oportunidades de deste País no século passado. Escolheu e determinou um modelo de desenvolvimento que deixou obra mas não preparou a nossa economia para a produção e a exportação. O Cavaco dos patos bravos e do dinheiro fácil. Dos fundos europeus a desaparecerem e dos cursos de formação fantasmas. O Cavaco do Dias Loureiro e do Oliveira e Costa num governo da Nação. Era também o Cavaco que perante qualquer pergunta complicada escolhia o silêncio do bolo rei. Qualquer debate difícil não estava presente, fosse na televisão, em campanhas, fosse no Parlamento, a governar. Era o Cavaco que perante a contestação de estudantes, trabalhadores, polícias ou utentes da ponte sobre o Tejo respondia com o cassetete. O primeiro Cavaco foi autoritário.

O segundo Cavaco alimentou um tabu: não se sabia se ficava, se partia ou se queria ir para Belém. E não hesitou em deixar o seu partido soçobrar ao seu tabu pessoal. Até só haver Fernando Nogueira para concorrer à sua sucessão e ser humilhado nas urnas. A agenda de Cavaco sempre foi apenas Cavaco. Foi a votos nas presidenciais porque estava plenamente convencido que elas estavam no papo. Perdeu. O País ainda se lembrava bem dos últimos e deprimentes anos do seu governo, recheados de escândalos de corrupção. É que este ambiente de suspeita que vivemos com Sócrates é apenas um remake de um filme que conhecemos. O segundo Cavaco foi egoísta.

O terceiro Cavaco regressou vindo do silêncio. Concorreu de novo às presidenciais. Quase não falou na campanha. Passeou-se sempre protegido dos imprevistos. Porque Cavaco sabe que Cavaco é um bluff. Não tem pensamento político, tem apenas um repertório de frases feitas muito consensuais. Esse Cavaco paira sobre a política, como se a política não fosse o seu ofício de quase sempre. Porque tem nojo da política. Não do pior que ela tem: os amigos nos negócios, as redes de interesses, da demagogia vazia, os truques palacianos. Mas do mais nobre que ela representa: o confronto de ideias, a exposição à critica impiedosa, a coragem de correr riscos, a generosidade de pôr o cargo que ocupa acima dele próprio. Venceu, porque todos estes cavacos representam o nosso atraso. Cavaco é a metáfora viva da periferia cultural, económica e politica que somos na Europa. O terceiro Cavaco é vazio.

O quarto Cavaco foi Presidente. Teve três momentos que escolheu como fundamentais para se dirigir ao País: esse assunto que aquecia tanto a Nação, que era o Estatuto dos Açores; umas escutas que nunca existiram a não ser na sua cabeça sempre cheia de paranóicas perseguições; e a crítica à lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo que, apesar de desfazer por palavras, não teve a coragem de vetar. O quarto Cavaco tem a mesma falta de coragem e a mesma ausência de capacidade de distinguir o que é prioritário de todos os outros.

Apesar de gostar de pensar em si próprio como um não político, todo ele é cálculo e todo o cálculo tem ele próprio como centro de interesse. Este foi o Cavaco que tentou passar para a imprensa a acusação de que andaria a ser vigiado pelo governo, coisa que numa democracia normal só poderia acabar numa investigação criminal ou numa acção política exemplar. Era falso, todos sabemos. Mas Cavaco fechou o assunto com uma comunicação ao País surrealista, onde tudo ficou baralhado para nada se perceber. Este foi o Cavaco que achou que não devia estar nas cerimónias fúnebres do único prémio Nobel da literatura porque tinha um velho diferendo com ele. Porque Cavaco nunca percebeu que os cargos que ocupa estão acima dele próprio e não são um assunto privado. Este foi o Cavaco que protegeu, até ao limite do imaginável, o seu velho amigo Dias Loureiro, chegando quase a transformar-se em seu porta-voz. Mais uma vez e como sempre, ele próprio acima da instituição que representa. O quarto Cavaco não é um estadista.

E agora cá está o quinto Cavaco. Quando chegou a crise começou a sua campanha. Como sempre, nunca assumida. Até o anúncio da sua candidatura foi feito por interposta pessoa. Em campanha disfarçada, dá conselhos económicos ao País. Por coincidência, quase todos contrários aos que praticou quando foi o primeiro Cavaco. Finge que modera enquanto se dedica a minar o caminho do líder que o seu próprio partido, crime dos crimes, elegeu à sua revelia. Sobre a crise e as ruínas de um governo no qual ninguém acredita, espera garantir a sua reeleição. Mas o quinto Cavaco, ganhe ou perca, já não se livra de uma coisa: foi o Presidente da República que chegou ao fim do seu primeiro mandato com um dos baixos índices de popularidade da nossa democracia e pode ser um dos que será reeleito com menor margem. O quinto Cavaco não tem chama.

Quando Cavaco chegou ao primeiro governo em que participou eu tinha 11 anos. Quando chegou a primeiro-ministro eu tinha 16. Quando saiu eu já tinha 26. Quando foi eleito Presidente eu tinha 36. Se for reeleito, terei 46 quando ele finalmente abandonar a vida política. Que este homem, que foi o politico profissional com mais tempo no activo para a minha geração, continue a fingir que nada tem a ver com o estado em que estamos e se continue a apresentar com alguém que está acima da politica é coisa que não deixa de me espantar. Ele é a política em tudo que ela falhou. É o símbolo mais evidente de tantos anos perdidos.

Por Daniel Oliveira
http://arrastao.org

Crise ?

A PT foge aos impostos?

O João Abel já expôs aqui em baixo o essencial mas parece-me que ele está excessivamente céptico.

Estou absolutamente convencido que Ricardo Salgado representante do maior accionista da PT, o Grupo Espírito Santo, com 71.660.806 de acções e 7,99% do capital social e que irá receber 71.600.000 € de impostos fugidos ao fisco (legalmente, é claro.

A legalidade é feita à medida...) irá por livre iniciativa, pagar como todos quase todos os portugueses a sua contribuição ao Estado, para que este não falhe no investimento, na saúde, no subsídio de desemprego, nas reformas, no ensino, etc.

Estou convencido porque ele tem vindo muitas vezes às televisões (até pensei que ele tinha entrado para o Governo) esclarecer os portugueses que o momento é de sacrifícios e que temos todos que os fazer neste dificílimo momento que o país atravessa.

E o mesmo farão, estou certo, os outros grandes accionistas portugueses, Nuno Vasconcelos (Ongoing) com 60,6 milhões €, o Grupo Visabeira com 22, 6 milhões ou o empresário Joaquim Oliveira com 20,4 milhões de euros de dividendos da PT fugidos aos impostos.

O que é incrível, mas faz parte do que somos, é que uns pobres coitados que têm umas dezenas ou centenas de acções da PT e assim receberão mais meia dúzia de euros julgam, erradamente, que assim ficam a ganhar.

posted by Raimundo Narciso
http://puxapalavra.blogspot.com/

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

De volta

Passados 8 dias, cà estou de volta ao casulo. Era bom mas acabou-se.