sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Presidente bpn


http://rprecision.blogspot.com/

domingo, 23 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

Bois mansos...


Burros ou bois mansos ? Não sei e... tanto faz.

Pobres, ricos, novos ricos e restante séquito, preparam-se para eleger o senhor silva de Boliqueime.

Depois de flagelados pelo senhor silva e sua santa corja de corruptos, depois de terem conciliado no bota abaixo ao governo ou desgoverno, como lhe queiram chamar, depois de terem aberto a caça ao Pinòquio; Eis que se preparam para reconduzir o representante das negociatas da icar e do BPN.

Muitas são as castas descontentes com o governo, mas estas mesmas castas nunca foram solidàrias com quem quer que seja.
Hoje gritam ao da guarda ou ao de boliqueime, esquecendo que o fasto de gastar mais do que se tem, vem dos hàbitos e costumes da desgovernancia do senhor silva.

A continuarem assim; hoje dão vivas ao silva, e amanhã, ao botas, ao oliveira e restantes capangas. Provavelmente porque assim, talvez se sintam mais perto da nata que nos rouba ou da quinta da coelha.

Fraca memòria tem, quem sabe da arrogancia e dos tabus do senhor silva. Fraca memòria tem, quem conhece os sòcios e vizinhos do senhor silva.
Com pior memòria ficarà, quem por cegueira ou parvoice levar o senhor silva ao poleiro.

Burros ou bois mansos ? Tanto faz! Teremos a resposta nas urnas.

O mal menor


“Desvotar” em Cavaco Silva

Não me revejo em nenhum dos candidatos a esta eleição presidencial.
Cheguei até a considerar nem sequer ir votar.

Mas a simples ideia de ver Cavaco Silva reeleito e aturá-lo como Presidente da República por mais cinco longos anos compele-me a ir votar noutro candidato qualquer.

Parafraseando um outro candidato presidencial, é de facto uma coisa que me chateia ter como Presidente da República um troglodita que visivelmente não tem jeito para aquilo.
Só aquela cavalidade que disse sobre a pensão da mulher e como ela “merece” que ele a sustente, bem ilustra o que vai dentro daquela cabecinha.
E da cabecinha da mulher também, aliás, que pelos vistos tem estofo para aturar aquilo...

Durante o actual mandato, Cavaco Silva armou-se em contra-poder executivo, arranjou uma trapalhada muito pouco honesta com a história das escutas de Belém, revelou uma enorme inabilidade para o cargo com o Estatuto dos Açores e desmascarou-se num preconceito anacrónico e numa repugnante homofobia com o casamento entre pessoas do mesmo sexo e com o veto ao projecto de lei de mudança de sexo.

Como se não bastasse, em plena campanha eleitoral e no meio de um processo de estabilização financeira internacional, decide proclamar a possibilidade de uma crise política nos próximos tempos.

Depois, há a história muito mal contada da permuta da casa da Aldeia da Coelha e de umas generosas mais valias ganhas com as acções da SLN, em montantes que nem o Madoff conseguia para os seus melhores clientes.

E o que mais me chateia nesta trapalhada é o facto de Cavaco Silva achar que está acima de tudo isto e de que não tem de dar explicações a quem quer que seja.
Mais do que ninguém, e mais do que ser sério, um Chefe de Estado tem de parecê-lo.
E Cavaco Silva, nestes últimos tempos, de facto não parece nada...

Que saudades de Mário Soares e de Jorge Sampaio, esses sim, verdadeiros estadistas que sempre dignificaram o cargo que desempenharam e que sempre honraram o meu país.

É por tudo isto que, mesmo que se anteveja que Cavaco Silva vai ganhar a eleição presidencial logo à primeira volta, acho que tenho de tomar a atitude cívica de ir votar noutro candidato qualquer, não por ele ou pelo que com ele me identifique, mas simplesmente para “desvotar” em Cavaco Silva.

Mas, apesar de tudo, não votaria nem no palhaço da Madeira nem em Francisco Lopes, que se identifica com a Coreia do Norte, com as FARC, a China ou Cuba e provavelmente nem sequer deve saber da queda do Muro de Berlim.
O Fernando Nobre decidiu não se definir politicamente. E não há nada pior do que um político que não se define politicamente.
Também não gosto de Manuel Alegre, nem acho que viesse a dar um bom Presidente da República. Nem acho piada nenhuma ao malabarismo bacoco com que entalou o PS para ser candidato.
Pensar que qualquer candidato de jeito apresentado pelo PS era bem capaz de dar uma banhada a Cavaco Silva – e logo à primeira volta!...

Resta-me Defensor Moura, apesar de tudo o menos mau desta pacotilha toda.

Em suma, no próximo Domingo vou tomar uns sais de frutos e vou votar Defensor Moura.
Não por ele, mas, tristemente, só por “exclusão de partes”.
E preparar-me para na segunda-feira ter mais cinco anos de Cavaco Silva.

Para isso não precisarei de tomar sais de frutos.
Apesar de tudo ainda não preciso disso para digerir a democracia...

# posted by Luis Grave Rodrigues
http://rprecision.blogspot.com/

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Assalto a Guimarães

Tomem conhecimento destas vergonhas!!!

Verdadeiro crime social!!! (entre muitos outros).
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Folha salarial (da responsabilidade da Câmara) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:

*- Cristina Azevedo - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 ? (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 ? por reunião

*- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 ? (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 ? por reunião

*- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 ? mensais + Carro + Telemóvel + 300 ? por reunião

*- Manuel Alves Monteiro* - Vogal Executivo
2.000 ? mensais + 300 ? por reunião

Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral
e EduardoLourenço, recebem 300 ? por reunião, à excepção do Presidente (Jorge
Sampaio) que recebe 500 ?.

Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano, em salários. Como a Fundação vai
manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser
de quase 8 milhões de Euros !!!

Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM !

Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o
desemprego ronda os 15 %* !!!

Alguem acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?


Recebido por é-mail.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Como votar no estrangeiro?


Por achar útil, aqui ficam alguns esclarecimentos sobre o voto dos portugueses no estrangeiro.
Se está recenseado na Bélgica, poderá votar no Consulado onde está inscrito – Antuérpia ou Bruxelas.
O voto decorre nos dias 22 e 23 de Janeiro (próximo fim-de-semana) entre 8h00 e 19h00

Por favor não hesite em comunicar esta mensagem a amigos e conhecidos recenseados na Bélgica.

Não deixemos de exercer o nosso direito de voto!

Enviado por:Gisela Oliveira
Mandatària de Manuel Alegre, na Bélgica.

Pablo Neruda

Quem morre?

Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.

Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.

Instrumentos

PRESIDENCIAIS


http://srbolinha.blogspot.com/

Pão e cacete



http://jumento.blogspot.com/

Coelha People



http://rprecision.blogspot.com/

O homem da raça


Cavaco – Um trajecto de vida

Um jovem que não tem pudor em revelar à PIDE, de motu proprio, a animosidade para com a mulher do sogro, que aceita bem a ditadura, e que, às duas testemunhas pedidas para atestar o seu comportamento, acrescenta outra, da União Nacional, revela que se conduz pelos caminhos vulgares de quem trata da vidinha. É a norma, não a excepção.


É a essa luz que deve ser vista a concessão de uma pensão por serviços prestados à Pátria, a dois pides, enquanto a negava a Salgueiro Maia, quando foi primeiro-ministro. É a essa incultura cívica que deve ser atribuída a indiferença perante o acto de censura perpetrado pelo seu sub-secretário de Estado, Sousa Lara, a um livro de Saramago. É a amoralidade do «rapaz comum» e a não formação conveniente da personalidade que explicam o silêncio que ainda mantém sobre a mais grave canalhice praticada no regime democrático – o caso das escutas –, impedindo que se averigúe a sua responsabilidade na tentativa frustrada de derrubar o Governo pela calúnia e intriga.


Se a iliteracia o atira para o anedotário nacional, com os erros de ortografia ou com o desconhecimento de Camões, é a conduta ética que deve fazer reflectir os eleitores no próximo domingo.


Admitamos que nunca suspeitou de interesses próprios nos perdões fiscais de Oliveira e Costa, durante o seu Governo, que não imaginou as fraudes da SLN, que não desconfiou da lavagem de dinheiro do BPN numa qualquer offshore, que foi acaso da sorte o lucro das acções do BPN, mas a compra de uma vivenda na aldeia da Coelha, com contornos tão nebulosos, com os vizinhos que tem e a justificação de que não sabe das escrituras das suas aquisições imobiliárias, é uma trapalhada capaz de envergonhar o cargo a que se propõe de forma tão grave como no caso das escutas. Portugal está perante o maior escândalo financeiro do período democrático, com risco de só conhecermos a ponta do iceberg e de ver associado o nome de um PR.


Cavaco tem 48 horas para esclarecer o País. Se o não fizer, pode ser reeleito PR mas o respeito a que a Constituição obriga os portugueses torna-se uma violência intolerável.


As escutas, as negociatas das acções do BPN e a aquisição da casa da praia da Coelha através de nebulosas permutas e com uma matriz da propriedade referida no Tribunal Constitucional, que não está nos registos notariais, são demasiadas nódoas no pano de um PR que se reivindica imaculado. E se cala.


O mísero professor só abdicou da docência.

Ponte Europa / Sorumbático

posted by Carlos Esperança

domingo, 16 de janeiro de 2011

Casa X sem Matriz

http://clix.visao.pt/a-aldeia-do-cavaquistao=f585847

Matriz a 140%




O Cavaquistão da Coelha: a permuta de Cavaco (Capítulo 1)

“ Na Aldeia da Coelha, Cavaco Silva tem por vizinhos Oliveira Costa e Fernando Fantasia,homens-fortes da SLN. Um loteamento que nasceu e cresceu à sombra de muitas empresas e off-shores. A escritura do lote do Presidente da República não se encontra no Registo Predial de Albufeira. O próprio não se recorda em que cartório a assinou.Um dos promotores da urbanização, velho amigo e colaborador de Cavaco, diz que a propriedade foi adquirida «através de uma permuta com um construtor civil».”


“Depois de uma acção de campanha em Loulé, na passada quinta-feira,6, Aníbal Cavaco Silva, 71 anos, aproveitou a proximidade para descansar, de noite, na sua casa da Gaivota Azul, em Albufeira.”


“CASA DA GAIVOTA AZUL. Um muro alto, três pisos, seis quartos e 1600 metros quadrados de área descoberta.
Bem-vindos ao retiro de Cavaco Silva no Algarve. A matriz 18713 é que não aparece na Conservatória de Albufeira.”

http://tabusdecavaco.blogspot.com/

Casa BPN & comp.


http://corporacoes.blogspot.com/

sábado, 15 de janeiro de 2011

No comment...


O deputado socialista Defensor Moura regressou a Viana do Castelo, onde quase se cruzou com Cavaco Silva, e também aproveitou para se referir à polémica da vivenda algarvia do adversário.

"Eu tenho que responder aqui e agora de que, nem que vivesse duas vezes, conseguiria fazer tanta trapalhada para comprar uma casa e um terreno no Algarve, nem que vivesse três vidas conseguiria reunir um número de amigos que fazem negócios suspeitos como ele", afirmou.

http://zezenxl.blogspot.com/2011/01/tabus-e-fantasia.html#comments

http://sic.sapo.pt/online/
Última actualização: 14-01-2011 23:23

TUNISIA a ferro e fogo


TUNÍSIA - curta resenha entre uma imolação e o fim do Sr. Ali…

A 17 de Dezembro, em Sidi Bouzid pequena cidade do centro da Tunísia, Mohamed Bouazizi, um jovem licenciado em informática, desempregado, vende legumes numa banca de rua, a fim de contribuir para a subsistência familiar. Este posto de venda [improvisado/não licenciado] é confiscado pela polícia. Mohamed Bouazizi, desesperado, um quadro técnico sem perspectivas de futuro, em protesto, imola-se em frente à Perfeitura.

Um caso de polícia vulgar. Situações idênticas verificam-se em muitos Países – nomeadamente na orla mediterrânica – como um tipo de expedientes que constituem o mercado paralelo da sobrevivência.

Mas, num País como a Tunísia onde o desemprego atinge cerca de 16% [a grande maioria jovens técnicos recém formados], reina uma endémica corrupção, o poder central é popularmente reconhecido como uma cleptocracia, os Direitos Fundamentais são espezinhados, impera um repressivo estado policial, etc., tudo isto, sob uma dormente [mas intensa] crispação social, é o mesmo que sentar-se em cima de um barril de pólvora.

Este incidente transformou-se rapidamente num detonador. A situação política [o poder] é uma bomba armadilhada que, uma vez activada pelo tenso rastilho social não deixará de explodir. No dia seguinte ao incidente, a população de Sidi Bouzid, despertou de uma anestesiante letargia e saí rua em protesto contra o desemprego e o elevado custo de vida. O poder [ditatorial e corrupto] tenta responder com uma desproporcionada repressão para controlar os protestos. O resultado é o inesperado.

Os protestos estendem-se nas cidades limítrofes para na véspera de Natal , em Menzel Bouzayane, os confrontos virarem para tiroteios nas ruas e mais um jovem caí na rua, morto a tiro pela polícia.
A 26 de Dezembro, em Souk Jedid, cidade próxima de Sidi Bouzid, a violência alastra. A multidão enfurecida incendeia a Perfeitura e é dispersa por violentas cargas policiais.

No dia seguinte começam os desfiles de protesto em Tunes. A revolta instala-se no coração do poder. Ben Ali, cabeça visível do Poder, aparece a afirmar que o povo tunisino está a ser vitima de uma instrumentalização [vinda do exterior]. O clássico inimigo externo das ditaduras...

Entretanto, sob a pressão popular, movimento sindical e forças de oposição, fazem-se ajustamentos governamentais. E os protestos continuam, melhor, disseminam-se e intensificam-se.

Quando a 1 de Janeiro morre um dos feridos das manifestações de Menzel Bouzayane morre mais um ferido resultante dos confrontos de 24 de Dezembro, Bem Ali, volta à Televisão e assume um tardio e descredibilizado papel pacificador.

A 4 de Janeiro morre – vitima de extensas queimaduras - o jovem que se tinha imolado em Sidi Bouzid. O seu funeral é marcado por insistentes e ameaçadores apelos à vingança.
Milhares de advogados em Sidi Bouzid, Thala, etc. manifestam-se pela “defesa da liberdade de expressão” e pelo “direito ao emprego e à dignidade”.

A 10 de Janeiro os protestos já se estendem a todo o País. No dia seguinte, na capital, violentos confrontos entre manifestantes e forças de segurança causam cerca de 40 mortos. A situação tornou-se incontrolável. A 13 de Janeiro, Ben Ali volta à televisão para anunciar reformas drásticas [nomeadamente em relação ao desemprego] e anuncia que não se recandidata a um 6º. mandato em 2014…

Aparentemente, Ben Ali rendia-se aos protestos populares. Tarde e a más horas.
No dia seguinte tenta uma outra pirueta política: demite globalmente o Governo. Horas depois demite-se a si próprio e inicia uma fuga com a sua numerosa família com destino a França, que acaba por lhe recusar o asilo.

Finalmente, aterrou no reino das Arábias. Onde espera continuar a viver as maravilhas das mil e uma noites…
A história recente dos últimos 28 dias de um País do Magreb ou, como num ciclo lunar, se põe fim a 23 anos de opressão...

posted by e-pá!
http://ponteeuropa.blogspot.com/