sexta-feira, 28 de outubro de 2011

GRAVE muito GRAVE...

O MELHOR DO MELHOR, DE Luis GRAVE Rodrigues. :))


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Peixeirada a 0,0001%


Se o PS deixar passar o OE a probabilidade de votar PS é de 0,0001%
O PSD fez uma imensa peixeirada quando negociou uma abstenção na votação do Orçamento de Estado para 2011, não votou a favor mas forçou o Governo a adoptar algumas das suas medidas. Logo a seguir à posse os membros do Governo não se cansaram de alardear que o acordo com a troika contava com uma maioria de 80% no que foram seguidos pelo Presidente da República.

Todavia, com a maioria absoluta Passos Coelho ignorou o PS e o Cavaco Silva nunca mais se lembrou de exigir amplas maiorias parlamentares como fez por várias vezes com Sócrates no Governo. Passos Coelho passou a negociar directamente com a troika e esta nunca mais se lembrou que o PS tinha assinado o acordo com a troika. Invocando o acordo com a troika o Governo adoptou um orçamento de guerra e mais uma vez ignorou o PS, José Seguro tomou conhecimento das medidas orçamentais depois deste ter sido entregue no parlamento.

Na sua comunicação ao Pais Passos Coelho fez pressão sobre o PS para votar favoravelmente o orçamento e desde então alguns caniches e galos-da-Índia do PSD têm vindo a exigir o voto favorável, é o caso de Luís Filipe Menezes, o campeão do endividamento autárquico e um autêntico Alberto João do Norte.

Em todo este processo António José Seguro tem-se limitado a dizer banalidade, aliás, fez muito pior, muito antes de conhecer as medidas do orçamento retirou o tapete ao seu próprio partido ao dizer que a probabilidade de o PS votar desfavoravelmente este orçamento seria de 0,0001. Com esta declaração mais própria de um assessor de Passos Coelho do que do líder do maior partido da oposição, Seguro retirou qualquer credibilidade ao PS durante o debate do orçamento.

Desde que José Seguro chegou à liderança do PS que este partido entrou numa verdadeira letargia, primeiro porque o líder não tinha a sua equipa, depois porque lhe faleceu um familiar, depois não se sabe bem porquê e agora por razões que os eleitores do seu partido dificilmente conseguirão descortinar. José Seguro comporta-se mais como um ministro sem pasta de Passos Coelho do que como líder do maior partido da oposição que tem valores e princípios que são estilhaçados pelo orçamento apresentado por Passos Coelho.

António José Seguro fez mais oposição ao Governo de Sócrates do que como líder do PS está a fazer ao Governo da direita, diria mesmo que manifestou mais vezes a sua discordância em relação a Sócrates do que em relação a Passos Coelho. Não admire que mesmo perante um Passos Coelho a generalidade dos comentadores desvalorize José Seguro.

António José Seguro lá saberá o que pretende mas uma coisa é certa, se o PS se abstiver ou votar favoravelmente neste OE não colocarei a hipótese de votar neste partido enquanto ele tiver um cargo dirigente.

http://jumento.blogspot.com/

Pirataria Net

Assunto: Interesse geral para quem faz uso dos serviços bancários pela internet

As informações abaixo são do interesse geral.

Quando for fazer uso dos serviços bancários pela internet, siga as 3 dicas abaixo para verificar a autenticidade do site:

1 - Minimize a página . Se o teclado virtual for minimizado também, está correcto. Se ele permanecer no ecran sem minimizar, é pirata! Não tecle nada.

2 - Sempre que entrar no site do banco, digite a SUA SENHA ERRADA na primeira vez. Se aparecer uma mensagem de erro significa que o site é realmente do banco, porque o sistema tem como verificar a senha digitada. Mas se digitar a senha errada e não acusar erro é mau sinal. Sites piratas não tem como conferir a informação, o objectivo é apenas capturar a senha.

3 - Sempre que entrar no site do banco, verifique se no rodapé da página aparece o ícone de um cadeado; além disso clique 2 vezes sobre esse ícone; uma pequena janela com informações sobre a autenticidade do site deve aparecer. Em alguns sites piratas o cadeado pode até aparecer, mas será apenas uma imagem e ao clicar 2 vezes sobre ele, nada irá acontecer.

Os 3 pequenos procedimentos acima são simples, mas garantirão que você não seja vítima de fraude virtual.

SEJA SOLIDÁRIO, INFORME OS SEUS AMIGOS.

# recebido pour mail, obrigado Nanda. :))

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Nùmeros negativos...

"Dá que pensar...Zero Euros(0,00 €) pagam 500,00 € de divida.

Imaginem que um casal chega a um hotel da vossa terra e pergunta quanto custa um quarto para o fim de semana.
O recepcionista responde: 100 euros pelos 2 dias. Muito bem. Responde o cavalheiro. Mas gostaríamos de conhecer as ...v. instalações antes de reservarmos. Os quarto, a piscina, o restaurante... - Não há problema, responde o recepcionista. Os srs deixam uma caução de 100 euros e podem visitar as nossas instalações à vontade. Se não gostarem nós devolvemos o dinheiro. - Combinado, disse o casal. Deixaram os 100 euros e foram visitar o hotel. Acontece que:

O recepcionista devia 100 euros à mercearia do lado e foi a correr pagar a dívida.

O merceeiro devia 100 euros na sapataria e foi a correr pagar a dívida. O sapateiro devia 100 euros no talho e foi a correr pagar a dívida.

O talhante devia 100 euros à agencia de viagens e foi a correr pagar a dívida.

O dono da agência devia 100 euros ao hotel e foi a correr pagar a dívida.

Nisto o casal completou a visita e informou que afinal não vão ficar no hotel. - Não há problema. Tal como lhe disse, aqui tem o seu dinheiro, devolveu o recepcionista.

Conclusão: Toda a gente pagou a quem devia... sem dinheiro nenhum. O casal levou os 100 euros que pagaram todas as 5 dívidas no valor total de 500 euros.

Ponham aqui os olhos e percebam que todo o sistema financeiro, desde que inventaram os números negativos, se tornou uma fraude. Zero euros pagaram 500 em dívida. E podíamos continuar indefinidamente.

Como dizia Milton Friedman: "Não perguntem onde está o dinheiro porque ele não está em lado nenhum!"

#tirado da net (autor desconhecido)

Roubo anual.


O SUBSÍDIO DE NATAL OU 13º MÊS - NUNCA EXISTIU...

Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente! Mas há sempre uma razão para as coisas e os trabalhadores ingleses, membros de uma sociedade MAIS crítica do que a nossa, não fazem... nada por acaso!

Lembrando que o 13º MÊS em Portugal, foi criado por Marcello Caetano em 1972, (Decreto-Lei, 457 de 15 Novembro de 1972) e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso.
Numa altura em que vamos ficar sem metade do subsidio de Natal este ano e para o futuro sem subsidio de férias e de Natal, vale a pena tomar nota :

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder, quer se intitulem "capitalistas" ou "socialistas", e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha €700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de €8.400,00 por um ano de doze meses.

€700,00 X 12 = € 8.400,00

Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º Mês

€ 8.400,00 (Salário anual)
+ €700,00 (13º salário) =
--------------------------------------------------------
€ 9.100,00 (Salário anual + o 13ºMês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o "governo amigo dos trabalhadores" que mandou o patrão pagar o 13º.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer uma simples conta que aprendeu no Ensino Básico:

Se o trabalhador recebe €700,00 mês e o mês tem quatro semanas,
significa que ganha por semana € 175,00.

€700,00 (salário mensal) e 4 (semanas que tem o mês) = € 175,00 ( de
salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos

€ 175,00 (Salário semanal)
X 52 (Número de semanas anuais)
-------------------
€ 9.100,00.

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual + o 13º salário .
Surpresa, surpresa? Onde está, portanto, o 13º Salário?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse fato simples:
A resposta é que o governo, que faz as leis, lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário, cujo dinheiro saiu do próprio trabalhador.

Se o governo retirar o 13º salário ou subsídio de natal dos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

Como palavra final para os trabalhadores inteligentes:

Não existe nenhum 13º salário.
O governo apenas devolve e manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado do salário anual.

Conclusão:

Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO. É SIMPLES PAGAMENTO
PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!

E EU QUE NUNCA TINHA PENSADO NISSO ...
(Agradecimento ao Nelson Henriques)

http://srbolinha.blogspot.com/2011/10/o-subsidio-de-natal-ou-13-mes-nunca.html?spref=bl

Ateísmo

Ateísmo

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

Petas Passos Coelho

Negòcios...

Os portugueses estão a depositar muito dinheiro nos bancos. Poupam-no, transferem-no de outras aplicações, e lucram: as supertaxas estão a desafiar as leis da gravidade. Mas, como disse um banqueiro no Verão, "na guerra pelos depósitos, só existem perdedores, incluindo os clientes".

Estas palavras foram ditas pelo presidente do BCP ao "Oje", no final de Junho. Aí, Carlos Santos Ferreira explicava que depósitos caros levam a créditos caros. Mas há outros problemas, incluindo a erosão da rendibilidade, que depois pressiona os rácios de capital.

Sim, o mundo está ao contrário: agora preocupamo-nos com os baixos lucros dos bancos. É que já aprendemos que os prejuízos no sistema financeiro viram-se contra a economia e acabam financiados por contribuintes. Mas deixemos neste editorial a questão das necessidades de capital, que é ridicularizada pelos banqueiros como se todos excepto eles próprios fossem imbecis. Falemos apenas de liquidez.

Se tanto dinheiro está a ser depositado, isso quer dizer que os portugueses estão a poupar mais; que estão a transferir poupança (de fundos de investimento, acções ou certificados de aforro); e que confiam nos bancos. Óptimo. Mas nada disto estaria a acontecer desta forma desenfreada se não fossem pagas taxas de juro tão elevadas. E é isso que o Banco de Portugal quer travar. Lembra-se de quando o BPP caiu, quando muitos escreveram que os clientes deviam ter suspeitado de taxas de juro tão elevadas? Pois...

Neste momento, a Euribor está pouco acima dos 2% mas há bancos a pagar 6%, 7% e mesmo 8% de juros em depósitos. Uma taxa de juro é uma medida de risco esperado: quanto maior o risco, maior a taxa. Assim foi no BPP. Hoje, a questão é outra: falta liquidez, o seu preço aumenta. É o mercado a funcionar.

O mercado está a funcionar assim porque há um subsídio escondido: o Banco Central Europeu está a financiar lucros dos bancos com financiamento barato. E o Estado entrou no jogo quando decidiu o suicídio dos certificados de aforro.

Siga o dinheiro: o BCE empresta dinheiro aos bancos portugueses a taxas de 1%; com este "funding" tão baixo, os bancos podem pagar a outra parte do "funding" (os depósitos) a taxas anormalmente altas, pois o seu custo médio pondera as duas fontes; o Estado vê sair todo o dinheiro dos certificados de aforro para os bancos e, por isso, emite Bilhetes do Tesouro, que lhe saem mais caros; quem compra esses Bilhetes do Tesouro são... os bancos portugueses (sobretudo a Caixa, o BES e o BCP); depois os bancos descontam esses Bilhetes do Tesouro junto do BCE, em troca de mais financiamento. Confuso? Não fique: os bancos financiam-se no BCE a 1% e emprestam ao Estado a 5%, o que tem gerado centenas de milhões de euros de lucros nos bancos. E dá o incentivo perverso de aumentar taxas de depósitos, o que mais tarde vai reduzir a rendibilidade dos bancos e "comer" capital.

A banca não é coisa para anarco-comunistas. O desequilíbrio entre taxas de juro activas e passivas (ou seja, dos créditos cobrados e dos depósitos recolhidos) é um dos principais problemas no balanço dos bancos europeus. No princípio, é lucro. No fim, é prejuízo. E apesar de todos os Lehmans, BPP e Dexias, os bancos continuam viciados no curto prazo. Parece uma festa bizarra, em que os convivas dançam sem diversão. Pudera.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=513981

Conta, conta...

sábado, 22 de outubro de 2011

bpn/psd no seu melhor !



«O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, recebe todos os meses cerca de 1400 euros por subsídio de alojamento apesar de ter um apartamento seu na área de Lisboa onde reside durante toda a semana. A assessoria de imprensa do Ministério da Administração Interna (MAI) afirma que o subsídio é legal, uma vez que o governante tem a sua residência permanente em Braga.» [Público]

È fartar vilanagem !


Dois membros do Governo vão receber um subsídio de alojamento de 1150 euros mensais, isto apesar de serem proprietários de uma casa na região da grande Lisboa.
e acordo com um despacho publicado em Diário da República, dois ministros e sete secretários de Estado terão direito a este apoio do Estado, por terem residência permanente a mais de 100 quilómetros da capital. Miguel Macedo, ministro da Administração Interna, e José Cesário, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, são dois dos nomes abrangidos. Mas têm uma particularidade. De acordo com a declaração de rendimentos entregue no Tribunal Constitucional, ambos têm casa própria em Lisboa.

Estes casos não merecem ressalva na lei – um decreto de 1980, assinado pelo então primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, e pelo ministro das Finanças, Cavaco Silva.

O documento estabelece que aos membros do Governo que «não tenham residência permanente na cidade de Lisboa ou numa área circundante de 100 quilómetros poderá ser concedida habitação por conta do Estado ou atribuído um subsídio de alojamento». E justifica este apoio em função dos encargos com a fixação em Lisboa. Encargos esses que, diz a lei, são agravados pela «rarefacção de habitações passíveis de arrendamento» na cidade.

Apesar de ter mais de 30 anos, a lei nunca foi alterada e tem sido usada pelos sucessivos governos para atribuição de subsídios de alojamento aos governantes com residência permanente fora do perímetro da capital.

No anterior Executivo, este apoio foi atribuído a 13 titulares de pastas governamentais, sendo que entre estes também havia três secretários de Estado com casa própria em Lisboa.

Uma situação que já foi apreciada pelo conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República que – citando a lei que refere apenas a residência de origem – conclui que a propriedade de uma casa em Lisboa não impede a atribuição do subsídio.

Contactado pelo SOL, o gabinete de Miguel Macedo remeteu precisamente para este parecer da Procuradoria, sublinhando que o subsídio é atribuído em função da residência permanente – que no caso do ministro da Administração Interna é no Porto.

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, diz que o subsídio está «contemplado e justificado»: «Não é só de alojamento. O que está em causa é uma compensação pelas despesas que têm a ver com a deslocação para Lisboa».

O subsídio de alojamento foi também atribuído ao ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, a Juvenal Peneda (adjunto do ministro da AdministraçãoInterna), aos secretários de Estado Paulo Simões Júlio, Cecília Meireles, Daniel Campelo e Marco António Costa e à subsecretária de Estado adjunta Vânia Barros.

por Susete Francisco
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=30660

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Claro, clarissimo


Jean-Luc Mélenchon invité de la matinale de... par lepartidegauche

FDP

http://aeiou.expresso.pt/veja-os-rendimentos-de-15-politicos-portugueses-antes-e-depois-de-passarem-pelo-governo-grafico-animado=f680329

Desgaste ? ...

O HOMEM QUE DISSE A VERDADE